segunda-feira, 14 de maio de 2012

Susan Ward (Beleza Mortal - Chelsea Cain)

Continuando com a brincadeira do elenco da série de livros Beleza Mortal de Chelsea Cain, a personagen de hoje é Susan Ward, jornalista e uma das coadjuvantes ao lado do Detetive Archie Sheridan. Alexz Johnson é uma cantora, compositora, atriz, ex-modelo, produtora musical e filantropa canadense e seria uma ótima Susan.





Ela conseguia sentir os olhos seguindo-a. Susan sabia que chamava atenção. Não que fosse exatamente bonita. Sua aparência pertencia sem tirar nem por à decada de 1920; rosto largo e peito reto. O cabelo na altura do queixo e a franja bem curtinha a deixava mais parecida ainda com uma melindrosa com um parafuso a menos. Arrebatadora era sem duvida a palavra. Sem o cabelo rosa, talvez até fosse bonita. Mas ele desviava a atenção da doçura, dando-lhe uma aparencia mais dura. O que era mais ou menos a intenção.”  (Coração Ferido)

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Gretchen Lowell (Beleza Morta - Chelsea Cain)

Com o anuncio da adaptação dos livros da série Beleza Mortal, os fãs se encontram ansiosos; no entanto poucas informações foram publicadas, até porque o projeto está no início. A informação mais esperada pelos fãs é quem interpretará Gretchen Lowell na telinha, mas isso está longe de ser revelado.
Como fã da série, eu tenho grandes expectativas quanto a esse projeto, e o primordial são os atores que darão vida a esse ilustres personagens. Resolvi fazer uma brincadeira com o suposto elenco da adaptação, postarei atores e atrizes que a meu ver fariam um ótimo trabalho interpretando tais personagens. E para começar, não podia ser ninguém menos que a serial killer que tanto fascina.
Na minha (humilde) opinião, Ali Larter seria uma candidata perfeita para o papel da Beleza Mortal. A atriz que possuí em sua filmografia filmes como Resident Evil e Premonição é a imagem de Gretchen Lowell para mim.


Susan se aproximou do vidro e examinou pela primeira vez Gretchen Lowell. Lá estava ela. A encarnação da compostura, incompatível co m as calças e a camisa jeans com a palavra “Detento” escrita nas costas. Obviamente, Susan já tinha visto fotos dela. A mídia adorava publicar fotografias de Gretchen Lowell por ela ser bonita. E uma serial killer. A combinação perfeita. “E todas as mulheres estonteantes na são assassinas em potencial?”. As fotos pareciam perguntar. Porém, agora Susan via que ela era ainda mais linda ao vivo. Olhos grandes e traços perfeitamente simétricos; maças do rosto largas, nariz longo e bem desenhado e um rosto em forma de coração que terminava em um queixo delicado. A pele era exangue. O cabelo, que na época da prisão era loiríssimo, estava em um tom mais escuro de louro e preso em um rabo-de-cavalo alto, que deixava a mostra o pescoço longo, aristocrático. Ela não era bonita. Aquela não era a palavra. “Bonita” sugeria uma certa meninice. Gretchen Lowell era bela de um jeito adulto, sofisticado e confiante. Era mais do que a beleza; era o poder que a beleza encerrava. Ela irradiava de Gretchen. Susan estava fascinada.”  (Coração Ferido)

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Beleza Morta de Chelsea Cain na TV



Chelsea Cain postou em seu site a ótima notícia que seus livros serão finalmente adaptados. Já havia muitas especulações quanto ao assunto, no entanto não se tinha o conhecimento que os livros se tornariam uma série televisiva. O projeto se sucederá da seguinte forma: Coração Ferido será a primeira temporada, a segunda Coração Apaixonado, e assim por diante. Cada temporada terá aproximadamente 13 episódios, Mikko Alanne está responsável pela adaptação do canal FX. O projeto está no começo, por esta razão não se tem mais detalhes. A dúvida mais cruel continuará por um tempo: Quem atuará como Gretchen Lowell?

quarta-feira, 2 de maio de 2012

O Mundo Pós-Aniversário - Lionel Shriver


Por outro lado, há um campo em que, mais cedo ou mais tarde, praticamente todo mundo recebe um papel de protagonista – como herói, heroína ou vilão. O desempenho nessa arena é um teste tão feroz de caráter quanto sentir-se tentado a vender segredos nucleares a Pequim. Ao contrário das implicações leves dos dilemas cotidianos, enfrentados pelo cidadão médio em outras áreas da vida, os riscos corridos nesse campo não poderiam ser mais altos. Porque o provável é que, você fique com o coração de outra pessoa nas mãos. Sua maneira de lidar com esse órgão frágil, que pulsa ou se convulsiona conforme seus caprichos, dará sua medida exata.”




 
O Mundo Pós- Aniversário
(The Post-Birthday World)
Autora: Lionel Shriver
Ano: 2009


 

Bifurcação

Lionel Shriver, mais uma vez vem tocar em assuntos polêmicos como em Precisamos Falar Sobre O Kevin.  O que destaca Shriver no mercado literário é sua ousadia de dissecar situações levando-as aos extremos, sua narrativa sempre foca o conflito psicológico de suas personagens com tanto precisão minuciosa que ou conquista o leitor ou o assusta.
O Mundo Pós- Aniversário nos apresenta Irina McGovern, uma personagem patética comparada a Kevin, no entanto Irina também possui seus dilemas e complexidade; suas certezas se desfazem ao se deparar com uma escolha: trocar seu relacionamento estável por um desejo incontrolável por um homem desconhecido. De um lado existe Lawrence: intelectual e pacato; do outro: Ramsey: jogador de sinuca.
A partir deste ponto, o da escolha de Irina, a autora escreve duas histórias, por esta razão os capítulos são duplicados, em um é descrito o que sucederia se Irina escolhesse Lawrence e o outro se escolhesse Ramsey. Este fator pode entediar alguns leitores, pois se lê duas histórias paralelas, por outro lado, este é o artifício usado pela autora que torna a obra única.
Ao acompanhar as possíveis escolhas de Irina, o leitor se envolve escolhendo qual foi a melhor escolha. Em uma realidade certos personagens se tornam mais agradáveis do que na outra, certas situações acontecem nas duas realidades, porém em circunstâncias divergentes. O livro é o retrato conflitante dos relacionamentos vivenciados por todos, não se prendendo apenas no tema “traição”.
A leitura vai se tornando imprevisível, ao ler a primeira versão dos fatos o leitor tenta antecipar o que acontecerá na segunda, e essa ligação acaba por criar uma instabilidade. O livro vem mostrar o contraste que as escolhas tomadas podem resultar, todas terão seus prós e contras. O leitor tenta juntar as peças para o findar do livro, que infelizmente, vem a contradizer a idéia da autora, pois as duas realidades se cruzam ao final.
Lionel mais uma vez mostra sua astúcia na abordagem de temáticas árduas e complexas evidenciando seu talento na (des)construção psicológica, mostrando seu olhar num tema aparentemente bem familiar. 

quinta-feira, 26 de abril de 2012

quinta-feira, 19 de abril de 2012

“Resident Evil – A conspiração da Umbrella”





A editora NewPOP irá lançar um livro baseado no primeiro Resident Evil, chamado Resident Evil: A Conspiração da Umbrella da escritora S.D. Perry, que escreveu a maioria dos livros baseados na série Resident Evil. As sequências provavelmente também serão lançadas pela editora de acordo com o sucesso do primeiro lançamento. O lançamento do primeiro livro está previsto para este ano. A editora também publicará outro trabalho da CAPCOM, os mangás de Street Fighter.
Leia a resenha deste livro aqui. (Já posso dizer que a capa está ótima!)

sábado, 14 de abril de 2012

Chevy Stevens





Espero que os leitores vejam que não há problemas em falar sobre suas dores, que não há nenhuma vergonha em sentir emoções e ser vulnerável. Espero que meu livro dê as pessoas permissão para contar suas histórias e coragem para alcançar a felicidade.”





Chevy Stevens cresceu em uma fazenda na Ilha de Vancouver, Island, no Canadá. Já adulta, Chevy trabalhou em vendas, primeiro como representante de uma empresa de brindes e depois como um corretora de imóveis. Enquanto trabalhava, na espera por possíveis compradores, ela passou horas assustando-se com pensamentos de coisas horríveis que poderiam acontecer com ela. Isso serviu como inspiração para a criação de um livro na qual ela decidiu de fato escrever. Depois de certo tempo, a autora resolveu deixar algumas coisas para trás para que ela pudesse dedicar-se e, por fim, terminar o livro de uma vez, e foi assim que surgiu sua primeira obra. Vendido para mais de 20 países, Identidade roubada tornou-se best-seller na Alemanha e nos Estados Unidos, sendo lançado há pouco tempo pela Editora Arqueiro aqui no Brasil.
A autora gosta de escrever thrillers que lhe permitem misturar o seu interesse na dinâmica familiar com o seu amor pelo estilo de vida da costa oeste. Quando não está trabalhando em seu próximo livro, ou não está diante do computador buscando inspirações, faz caminhadas com o marido e o cachorro pelas montanhas próximas à sua casa. O segundo livro da autora já foi lançado, intitulando-se Never Knowing, outro thriller que explora a esfera introspectiva.